" VINDA DO FILHO DO HOMEM”
Queridos irmãos e irmãs, estamos no último domingo do tempo comum. É o momento de celebrarmos a caminhada vivida ao longo deste ano litúrgico. Jesus nos ensina a ler os sinais dos tempos, pois eles podem apontar caminhos mais seguros de vivência cristã. Cantemos para iniciarmos a celebração eucarística. Ato Penitencial: A relação do ser humano com a Terra deveria ser como a de um peregrino que encontra um oásis na caminhada. Mas não é isso que vemos. Devemos estar preparados e por isto nos colocamos em contradição. Cantemos. Glória: â Glorifiquemos a Deus que nos enviou Cristo. Ele é o princípio e o fim. Por Ele todas as coisas foram criadas. É através D’Ele que todas as coisas e toda a vida subsiste. Ele faz renascer um novo Céu e uma nova Terra. Cantemos nosso hino de Louvor.Entrada da Bíblia: â Liturgia da Palavra: â 1ª Leitura: â Página: 1161 (Dn 12, 1-3) O Profeta anuncia que o Anjo Miguel é o defensor dos que se mantiverem fiéis no caminho de Deus. Salmo: â Página: 684 Sl 16 (15) Guardai-me ó Deus, porque em vós me refugio! 2ª Leitura: â Página: 1555 (Hb 10, 11-18) O sacrifício de Cristo, a existência inteira de Jesus, é um grande e perene ato de oferta.Evangelho: â Página: 1302 (Mc 13, 24-32) Em Cristo, Deus já disse sua Palavra definitiva; já foi lançado em nós o Espírito, semente das realidades futuras.
Aclamação ao Evangelho: â Aclamemos a boa nova cantando.... Preces da Comunidade: âOfertório: O cristão é alguém comprometido como pessoa na construção de um mundo melhor. Coloquemos sobre o altar nosso compromisso de nos dedicarmos a esta grande e difícil tarefa. Trabalharemos com coragem, com fé e com determinação, pois queremos um mundo mais justo e humano. (motivar a oferta) Cantando....Comunhão: A redenção de Cristo atingiu todo o Universo. Ele salvou todo o homem e toda a criação é convidada a participar da vitória. Busquemos na Eucaristia esta força que nos revigora e nos dá vida nova. Cantemos. Mensagem Final: A linguagem utilizada no Evangelho de hoje não pode ser interpretada como negativa. Mesmo que muitas coisas possam acontecer, Jesus Cristo foi e sempre será a garantia da vitória final. Portanto, mais do que vivenciar o medo, é necessário exSugestões Litúrgicas:
33º Domingo do Tempo Comum – 15 de novembro 2009“A vitória final será de Deus e dos que são fieis” Leituras:1a. Leitura –Dn 12,1-3Salmo - : 152a. Leitura – Hb 10,11-14.18Evangelho: Mc 13,24-32 (profecia escatológica)COR LITÚRGICA: VERDE Sugestões litúrgicas:Neste penúltimo domingo do tempo Comum, a equipe de liturgia, como um serviço importante para a comunidade de fé, prepara a celebração dando particular atenção às seguintes partes e gestos da celebração:acolhida: rceber de maneira fraterna a todas as pessoas que se reúnem para celebrar, pois elas esperam ser bem acolhidas na comunidade litúrgica;esperança: nos comentários, na homilia e nas preces sublinhar a dimensão da esperança. Em um tempo em que se multiplicamos profetas da desesperança e do derrotismo, as comunidades cristãs são desafiadas a ser sinais de esperança.procissão de entrada:onde for possível, iniciar a celebração num lugar próximo e dali sair em procissão para o local da celebração, como nossa condição de peregrinos com Cristo para o pai, pela força do Espírito Santo; liturgia da Palavra: iniciá-la (antes da primeira leitura) com um refrão meditativo. Nessa hora, pessoas com velas acesas, partindo de diferentes pontos da assembléia, podem se aproximar da mesa da Palavra; procissão da apresentação dos dons: se oportuno e onde houver o costume, as ofertas da comunidade – pão e vinho e outros símbolos da comunidade (como alimentos e roupas) – podem ser trazidos acompanhados por uma expressão corporal ao ritmo da música e do canto de ofertas; oração eucarística: cuidar para que seja o momento alto do louvor e da ação de graças pela salvação que nos é comunicada mediante o ministério da memória pascal de Jesus Cristo; cantar o “Santo”, as aclamações e o amém da doxologia;fração do pão:ressaltar a fração do pão eucarístico. Enquanto o ministro parte o pão com calma e dignidade, a assembléia canta o “Cordeiro de Deus”; silêncio após a comunhão: reservar à comunidade celebrante instantes de silêncio e depois cantar: o Magnificat ou “Quando o dia da paz renascer”; Dia do Zumbi: recordar que no dia 20 de novembro comemoramos o Dia de Zumbi, destacando a riqueza e a grandeza da cultura dos afro-descendentes;
33º Domingo do Tempo Comum – 15 de novembro 2009“A vitória final será de Deus e dos que são fieis” Leituras:1a. Leitura –Dn 12,1-3Salmo - : 152a. Leitura – Hb 10,11-14.18Evangelho: Mc 13,24-32 (profecia escatológica)COR LITÚRGICA: VERDE Sugestões litúrgicas:Neste penúltimo domingo do tempo Comum, a equipe de liturgia, como um serviço importante para a comunidade de fé, prepara a celebração dando particular atenção às seguintes partes e gestos da celebração:acolhida: rceber de maneira fraterna a todas as pessoas que se reúnem para celebrar, pois elas esperam ser bem acolhidas na comunidade litúrgica;esperança: nos comentários, na homilia e nas preces sublinhar a dimensão da esperança. Em um tempo em que se multiplicamos profetas da desesperança e do derrotismo, as comunidades cristãs são desafiadas a ser sinais de esperança.procissão de entrada:onde for possível, iniciar a celebração num lugar próximo e dali sair em procissão para o local da celebração, como nossa condição de peregrinos com Cristo para o pai, pela força do Espírito Santo; liturgia da Palavra: iniciá-la (antes da primeira leitura) com um refrão meditativo. Nessa hora, pessoas com velas acesas, partindo de diferentes pontos da assembléia, podem se aproximar da mesa da Palavra; procissão da apresentação dos dons: se oportuno e onde houver o costume, as ofertas da comunidade – pão e vinho e outros símbolos da comunidade (como alimentos e roupas) – podem ser trazidos acompanhados por uma expressão corporal ao ritmo da música e do canto de ofertas; oração eucarística: cuidar para que seja o momento alto do louvor e da ação de graças pela salvação que nos é comunicada mediante o ministério da memória pascal de Jesus Cristo; cantar o “Santo”, as aclamações e o amém da doxologia;fração do pão:ressaltar a fração do pão eucarístico. Enquanto o ministro parte o pão com calma e dignidade, a assembléia canta o “Cordeiro de Deus”; silêncio após a comunhão: reservar à comunidade celebrante instantes de silêncio e depois cantar: o Magnificat ou “Quando o dia da paz renascer”; Dia do Zumbi: recordar que no dia 20 de novembro comemoramos o Dia de Zumbi, destacando a riqueza e a grandeza da cultura dos afro-descendentes;
HOMILIA ou PREPARANDO A PARTILHA DA PALAVRAA primeira Leitura e o Evangelho de hoje pertencem ao chamado estilo apocalíptico, uma linguagem especial fortemente simbólica que usa a imagem de grandes fenômenos cósmicos para alertar a respeito da realidade em que as pessoas estão vivendo. Apesar do clima meio assustador dos textos lidos, eles estão escritos para despertar uma esperança profunda. O profeta Daniel fala da ressurreição dos que “dormem no pó”, um anúncio da vida que continua, da morte que não vence os que estão com Deus, do tempo final, tempo da justiça divina. Em meio às tensões, sofrimentos e perseguições que tendem a aumentar virá a salvação. Serão salvos os que permanecem fieis à lei e à prática da justiça. A vitória final será de Deus e dos que sãocomprometidos com os valores do Reino. A segunda leitura fala da liturgia do Cristo, celebrada uma só vez, de forma definitiva. A Eucaristia que celebramos é memória desse evento. A oferenda de Cristo foi única e verdadeira. Nem mesmo o pecado é motivo de desespero para nós. Cristo, de fato, já o derrotou. Já o Evangelho diz que Jesus virá para reunir os eleitos de Deus de uma extremidade a outra da terra: é uma proclamação de salvação universal, um convite a todos os povos. Essas declarações de esperança e salvação fazem contraste com os sinais de tribulação e desolação. É como se Deus estivesse dizendo: “Não tenham medo! Por pior que seja a situação,tenham esperança! Eu estou vendo! Eu quero salvar!” o desejo de Deus é salvar. Ele é o maior interessado no nosso bem. Jesus já fez a grande oferta de amor que nos reconciliou com o Pai.Esperar a vinda do Filho do Homem é compromisso com a justiça, é crer que Jesus trará o julgamento para os que se opuserem a seu projeto e salvará quem lhe foi fiel. Agora, se andamos por aí com cara de quem não se sente salvo, se não parecemos pessoas novas na graça, estamos desmentindo a fé que afirmamos ter. “Passarão o céu e a terra - diz Jesus - mas as minhas palavras não passarão”. Ele quer nos dar uma garantia que valha para qualquer ocasião, haja o que houver. É a garantia de que o Pai nos ama, de que sua oferta de amor selou um pacto para sempre. O Evangelho diz: não passará esta geração sem que todas estas coisas se cumpram. As advertências de Jesus são para todos os tempos: todo dia é dia de estar em dia com Deus. O dia e a hora do chamado final dos tempos só o Pai conhece. Em vez de ficarmos com medo, vamos aproveitar cada momento para viver melhor o projeto de Deus. Fazendo isso, não haverá final que nos assuste. Ocristão não fica preso somente à realidade temporal. Ele olha também para o eterno. Quando ouvimos falar na realidade do fim do mundo, podemos até nos assustar se nossa fé é pequena. Como cristãos não podemos deixar de olhar para as realidades definitivas e de viver hoje na esperança. Tudo passará, o que permanecerá será somente o amor. Viver hoje o amor é já viver aeternidade, porém ele deve ser vivido na solidariedade, na justiça, na paz e principalmente no respeito à sacralidade da vida: “O céu e a terra passarão”, mas o amor permanecerá para sempre.
15/11/2009 / Um novo diaEstamos no penúltimo domingo do Ano Litúrgico.A Liturgia nos fala do fim do mundo e da sua história.É um convite à ESPERANÇA:O Deus Libertador vai mudar a noite do mundo numa aurora de vida sem fim.As Leituras bíblicas, numa linguagem apocalíptica, nos estimulam a descobrir, os sinais desse mundo novo, que está nascendo das cinzas do reino do mal.A Linguagem apocalíptica é um modo alternativo de falar, bem compreendido pelo povo de então.- Usa imagens fortes e misteriosas, cheias de elementos simbólicos. Mas o importante não são as imagens, mas o conteúdo que querem revelar.- Não pretende adivinhar o futuro, mas falar da realidade atual do povo.- Não pretende assustar, mas animar o povo em momentos difíceis.Na 1a leitura, encontramos o Apocalipse de Daniel. (Dn 12,1-3)O Povo judeu se encontrava oprimido sob a dominação dos gregos. Muitos judeus, apavorados pela perseguição, abandonavam até a fé…Deus enviou o seu anjo Miguel como defensor dos que se mantiveram fiéis no caminho de Deus. O objetivo desse livro era animar o povo a resistir diante dos opressores e lembrar que a vitória final será dos justos que perseverarem fiéis...É a primeira profissão de fé na RESSURREIÇÃO, que se encontra na Bíblia. Esse texto está em conexão com o evangelho de hoje, Que nos fala da 2a vinda de Cristo e prefigura a vinda de Cristo libertador. A 2ª Leitura apresenta a oferta perfeita de Cristo, que nos libertou do pecado e nos inseriu numa dinâmica de vida eterna. É o caminho do mundo novo e da vida definitiva. (Hb 10,11-14.18)No Evangelho, temos o Apocalipse de Marcos. (Mc 13, 24-32)Na época em que Marcos escreveu o seu evangelho, as comunidades cristãs estavam agitadas e assustadas por causa de guerras e calamidades, como a destruição do templo, no ano 70 dC. Para tranqüilizar os cristãos, o autor usa uma linguagem apocalíptica, descrevendo a catástrofe do sol e das estrelas e o aparecimento do Filho do homem sobre as nuvens para julgar os bons e os maus.Esse "Discurso escatológico" de Cristo é o último antes da Paixão. Jesus anuncia a destruição de Jerusalém e o começo de uma nova era, com a sua vinda gloriosa após a ressurreição.Não é uma reportagem, mas uma CATEQUESE sobre o fim dos tempos. A Intenção não era assustar, mas conduzir a comunidade a discernir os fatos catastróficos e o futuro da comunidade cristã dentro da História.Não deviam ver como o fim do mundo, mas o início de um mundo novo.Portanto, não deviam dar ouvidos a pessoas que anunciavam o fim do mundo. Pelo contrário, deviam ver nos sofrimentos sinais de vida:como dores de parto, que prenunciavam o nascimento de uma nova vida…Quando vai acontecer isso?A resposta é dada através da imagem da figueira:Quando começa a brotar, o agricultor sabe que está chegando o verão… e se alegra porque se aproxima a época da colheita.- Quanto ao dia e hora, só o Pai sabe... mais ninguém... Para nós o mais importante não é saber quando isso irá acontecer, mas sim estar vigilantes e preparados para ele.E as sombras que vemos no Mundo de hoje?O desabamento de tantas certezas, que julgávamos indestrutíveis... O desaparecimento de pessoas que julgávamos insubstituíveis. O abandono de certas práticas religiosas que pareciam indispensáveis... O esquecimento de tantos valores éticos e morais que tanto apreciamos... O abandono da fé de tantas pessoas, que julgávamos fervorosas...A violência, a corrupção, a opressão andam soltas...àComo devemos ver tudo isso? Será o fim do mundo?A Palavra de Deus reafirma, que Deus não abandona a humanidade e está determinado a transformar o mundo velho do egoísmo e do pecado num mundo novo de vida e de felicidade para todos os homens. A humanidade não caminha para a destruição, para o nada; caminha ao encontro da vida plena, ao encontro de um mundo novo.Nós cristãos devemos ver a vida presente em estado de gestação, como germe de uma vida, cuja plenitude final alcançaremos só em Deus. Esse mundo sonhado por Deus é uma realidade escatológica.Mas desde já um novo dia está surgindo... Por isso, devemos ser para os nossos contemporâneos sinais de esperança dessa realidade:Gente de fé com uma visão otimista da vida e da história, que caminha, alegre e confiante, ao encontro desse mundo novo, que Deus nos prometeu.Deus que não nos abandona em nossa caminhada, Ele vem sempre ao nosso encontro para nos indicar o caminho. Da nossa parte, devemos estar atentos aos sinais de Deus,confiantes nas palavras de Cristo, que nos garante:"O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não passarão".
15/11/2009 / Um novo diaEstamos no penúltimo domingo do Ano Litúrgico.A Liturgia nos fala do fim do mundo e da sua história.É um convite à ESPERANÇA:O Deus Libertador vai mudar a noite do mundo numa aurora de vida sem fim.As Leituras bíblicas, numa linguagem apocalíptica, nos estimulam a descobrir, os sinais desse mundo novo, que está nascendo das cinzas do reino do mal.A Linguagem apocalíptica é um modo alternativo de falar, bem compreendido pelo povo de então.- Usa imagens fortes e misteriosas, cheias de elementos simbólicos. Mas o importante não são as imagens, mas o conteúdo que querem revelar.- Não pretende adivinhar o futuro, mas falar da realidade atual do povo.- Não pretende assustar, mas animar o povo em momentos difíceis.Na 1a leitura, encontramos o Apocalipse de Daniel. (Dn 12,1-3)O Povo judeu se encontrava oprimido sob a dominação dos gregos. Muitos judeus, apavorados pela perseguição, abandonavam até a fé…Deus enviou o seu anjo Miguel como defensor dos que se mantiveram fiéis no caminho de Deus. O objetivo desse livro era animar o povo a resistir diante dos opressores e lembrar que a vitória final será dos justos que perseverarem fiéis...É a primeira profissão de fé na RESSURREIÇÃO, que se encontra na Bíblia. Esse texto está em conexão com o evangelho de hoje, Que nos fala da 2a vinda de Cristo e prefigura a vinda de Cristo libertador. A 2ª Leitura apresenta a oferta perfeita de Cristo, que nos libertou do pecado e nos inseriu numa dinâmica de vida eterna. É o caminho do mundo novo e da vida definitiva. (Hb 10,11-14.18)No Evangelho, temos o Apocalipse de Marcos. (Mc 13, 24-32)Na época em que Marcos escreveu o seu evangelho, as comunidades cristãs estavam agitadas e assustadas por causa de guerras e calamidades, como a destruição do templo, no ano 70 dC. Para tranqüilizar os cristãos, o autor usa uma linguagem apocalíptica, descrevendo a catástrofe do sol e das estrelas e o aparecimento do Filho do homem sobre as nuvens para julgar os bons e os maus.Esse "Discurso escatológico" de Cristo é o último antes da Paixão. Jesus anuncia a destruição de Jerusalém e o começo de uma nova era, com a sua vinda gloriosa após a ressurreição.Não é uma reportagem, mas uma CATEQUESE sobre o fim dos tempos. A Intenção não era assustar, mas conduzir a comunidade a discernir os fatos catastróficos e o futuro da comunidade cristã dentro da História.Não deviam ver como o fim do mundo, mas o início de um mundo novo.Portanto, não deviam dar ouvidos a pessoas que anunciavam o fim do mundo. Pelo contrário, deviam ver nos sofrimentos sinais de vida:como dores de parto, que prenunciavam o nascimento de uma nova vida…Quando vai acontecer isso?A resposta é dada através da imagem da figueira:Quando começa a brotar, o agricultor sabe que está chegando o verão… e se alegra porque se aproxima a época da colheita.- Quanto ao dia e hora, só o Pai sabe... mais ninguém... Para nós o mais importante não é saber quando isso irá acontecer, mas sim estar vigilantes e preparados para ele.E as sombras que vemos no Mundo de hoje?O desabamento de tantas certezas, que julgávamos indestrutíveis... O desaparecimento de pessoas que julgávamos insubstituíveis. O abandono de certas práticas religiosas que pareciam indispensáveis... O esquecimento de tantos valores éticos e morais que tanto apreciamos... O abandono da fé de tantas pessoas, que julgávamos fervorosas...A violência, a corrupção, a opressão andam soltas...àComo devemos ver tudo isso? Será o fim do mundo?A Palavra de Deus reafirma, que Deus não abandona a humanidade e está determinado a transformar o mundo velho do egoísmo e do pecado num mundo novo de vida e de felicidade para todos os homens. A humanidade não caminha para a destruição, para o nada; caminha ao encontro da vida plena, ao encontro de um mundo novo.Nós cristãos devemos ver a vida presente em estado de gestação, como germe de uma vida, cuja plenitude final alcançaremos só em Deus. Esse mundo sonhado por Deus é uma realidade escatológica.Mas desde já um novo dia está surgindo... Por isso, devemos ser para os nossos contemporâneos sinais de esperança dessa realidade:Gente de fé com uma visão otimista da vida e da história, que caminha, alegre e confiante, ao encontro desse mundo novo, que Deus nos prometeu.Deus que não nos abandona em nossa caminhada, Ele vem sempre ao nosso encontro para nos indicar o caminho. Da nossa parte, devemos estar atentos aos sinais de Deus,confiantes nas palavras de Cristo, que nos garante:"O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não passarão".

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