"Mostramos nossa força", diz Sarney a aliados
“Mostramos nossa força”, disse a interlocutores enquanto assistia, de seu gabinete, o bate-boca entre os senadores.
Ainda de acordo com pessoas próximas a Sarney, o confronto em plenário fez bem ao presidente, que “se sentiu bem por poder contar com aliados”. Na avaliação da cúpula que defende Sarney, a guerra prometida pelo seu partido e siglas aliadas foi iniciada e deve ser intensificada nos próximos dias, já que a tática é não deixar nenhum ataque sem resposta.
Após a sessão, Sarney ainda ponderou com seus aliados que o fato do líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), não ter feito ataques durante a sessão mostra que a estratégia de enfrentamento da crise, ou a partida para a guerra, como classifica o PMDB, está funcionando.
O comitê de Sarney ainda pondera que o presidente tentou até o limite manter um espaço para a conciliação entre os partidos, esticando tal corda ao máximo. Com o rompimento a “guerra” se tornou inevitável, o que, para interlocutores, “fez muito bem a Sarney, que viu que não está só”.
“Mostramos nossa força”, disse a interlocutores enquanto assistia, de seu gabinete, o bate-boca entre os senadores.
Ainda de acordo com pessoas próximas a Sarney, o confronto em plenário fez bem ao presidente, que “se sentiu bem por poder contar com aliados”. Na avaliação da cúpula que defende Sarney, a guerra prometida pelo seu partido e siglas aliadas foi iniciada e deve ser intensificada nos próximos dias, já que a tática é não deixar nenhum ataque sem resposta.
Após a sessão, Sarney ainda ponderou com seus aliados que o fato do líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), não ter feito ataques durante a sessão mostra que a estratégia de enfrentamento da crise, ou a partida para a guerra, como classifica o PMDB, está funcionando.
O comitê de Sarney ainda pondera que o presidente tentou até o limite manter um espaço para a conciliação entre os partidos, esticando tal corda ao máximo. Com o rompimento a “guerra” se tornou inevitável, o que, para interlocutores, “fez muito bem a Sarney, que viu que não está só”.

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