terça-feira, 4 de agosto de 2009

AGORA JÁ DA PRA VER BEM QUEM É "GATO" MESMO, QUEM É PORCO, CACHORRO, ATÉ QUEM TEM PULGAS OU CHEIRA MAL, E JUNTOS NÃO VALEM UMA PTECA! SÃO IGUAIS

http://www.zaroio.com.br/br/imagem/32477/porcos_leitoes_sujos_focinhos/http://www.cambiante.blogger.com.br/2004_06_13_archive.htmlVer imagem em tamanho grande

PT diz que não assinará nota da oposição contra Sarney pra tentar segurar o P. M. De B..... dos Bichinhos ali, que fede.

Mas o povo está vendo tudo agora, que é um Quadrilhão mesmo, carregando um Caminhão de Mércadoria.


O líder do PT, Aloizio Mercadante (SP), disse à Agência Estado que a bancada de senadores do PT não endossará a proposta feita pela oposição de assinar uma nota conjunta pedindo o afastamento de José Sarney (PMDB-AP) da presidência do Senado. Segundo Mercadante, "não há identificação" para o PT assinar uma proposta feita pelo PSDB e pelo DEM, embora a posição da bancada petista seja pelo afastamento temporário de Sarney do comando do Senado.



"O PT mantém sua postura, defendemos a licença do presidente Sarney como ato de grandeza. Mas não há identidade entre o PT e a oposição para assinarmos uma nota juntos", disse o líder petista.

Mercadante explicou que fez questão de participar da reunião de hoje de manhã com os líderes do DEM, PSDB, PDT e PSB, para "reverter o clima de guerra, de confronto, e restabelecer o debate", mas acrescentou que sua presença no encontro não o obriga a fechar um acordo com a oposição. Durante a reunião entre os líderes dos partidos, a oposição defendeu a unidade de todos para pressionarem Sarney a renunciar à presidência do Senado. Como a proposta não foi aceita pelo PT e pelo PSB, os líderes da oposição sugeriram que o pedido de renúncia fosse substituído por uma sugestão de "Engolir as palavras"
O senador Pedro Simon (PMDB-AL) e o líder do PT no Senado, Aloizio Mercadante (SP), durante reunião de líderes e dirigentes de partidos no Senado .

Ainda assim, Mercadante e o senador do PSB Renato Casagrande (ES) pediram um tempo para consultar suas bancadas antes de dar o aval à nota. O senador Antônio Carlos Valadares (SE), líder do PSB, disse à Agência Estado que foi procurado pelo líder petista e que, "de comum acordo", decidiram não assinar a nota.

De acordo com Valadares, os senadores da base aliada ao governo que defendem a licença de Sarney do comando do Senado tentarão fazer valer sua posição no Conselho de Ética, onde Sarney responde a 11 ações, inclusive acusado de quebra de decoro parlamentar. "O discurso deve ser levado para o Conselho de Ética. Radicalizar os discursos em plenário não resolverá a crise", disse Valadares.

Nenhum comentário:

Postar um comentário