No caso da execução, foram analisados vários suspeitos, mas dois policiais militares que possuem moto e têm o mesmo nome seriam os alvos da Polícia. O assassinato foi realizado por dois homens em uma moto, que deram quatro tiros na vítima na Rua Ramiro Barcelos no dia 4 de dezembro.
Um dos investigados é um soldado que conheceria Becker. Também está sendo investigado se ele teria recebido de presente uma moto da vítima. O outro é oficial e atuou na Força Nacional de Segurança Pública.
A munição usada no assassinato era de uso restrito, pertencia à Força Nacional de Segurança e depois de deflagrada em treinamento no Rio Grande do Sul, foi doada à Brigada Militar.
Outro fato investigado é uma denúncia de que dois homens teriam feito reparos em uma moto logo após a morte de Becker e uma testemunha teria presenciado os dois falando sobre o crime. Esse fato leva os agentes a acreditarem que os executores são de uma determinada região da Capital.
Em relação aos mandantes, ainda faltam provas consistentes, mas há dois suspeitos. Inclusive, mandados de busca e apreensão foram feitos este ano nos vales do Paranhana e Taquari.
Como o caso está em segredo de Justiça, o Departamento Estadual de Investigações Criminais não pode se manifestar. De acordo com a Polícia, as principais linhas de investigação sobre o motivo do crime são desavenças pessoais e profissionais.

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